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Livro reúne informações dos animais que deram entrada no Centro de Triagem de Animais Silvestres do Ibama entre os anos nos últimos dez anos

13 de Maio de 2017

IMA lança guia de identificação das espécies mais traficadas

Livro ‘Tráfico de Fauna em Alagoas’ apresenta a lista dos animais mais comuns encontradas em ações de fiscalização e resgate

A equipe de Gestão de Fauna do Instituto do Meio Ambiente do Estado de Alagoas (IMA/AL) lançou, na manhã da última sexta-feira (12/5), o livro Tráfico de Fauna de Alagoas: Guia de identificação das espécies mais comuns em ações de fiscalização e resgate no Estado. O material é voltado, principalmente, para as equipes que realizam ações em campo.

Dessa forma, a publicação será prioritariamente distribuída entre as equipes do IMA, Batalhão de Polícia Ambiental (BPA), Corpo de Bombeiros, Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) e Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama).

Segundo informações do gerente de Fauna, Flora e Unidades de Conservação do IMA, Epitácio Correia, a organização do material foi possível com a disponibilização das informações reunidas entre os anos de 2006 e 2016, dos animais que deram entrada no Centro de Triagem de Animais Silvestres (Cetas) do Ibama.

“Alagoas faz parte da rota do tráfico de animais silvestres e é visto como uma das principais regiões no Brasil de retirada de animais para venda no comércio ilegal”, conforme a redação do livro. O material diz ainda que cerca de cinco mil animais dão entrada, por ano, no Cetas.

A maioria deles é oriunda das ações realizadas em parceria com o Batalhão de Polícia Ambiental (BPA). “Muitos chegam bastante debilitados, machucados ou estressados. Chegam animais com ferimentos de bala e chumbinho, com queimaduras e outros tipos de ferimentos. Alguns vão a óbito, a depender da gravidade dos ferimentos”, comentou a veterinária Ana Cecília Pires.

O livro mostra ainda que 80% desses animais apreendidos no Estado são aves, 15% são répteis e 5% são mamíferos. Além disso, esclarece os principais aspectos sobre a biologia e ecologia de cada espécie e serve de subsídio, principalmente, para os técnicos que realizam ações de campo.

Clarice Maia
Agência Alagoas

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