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Jogadores do CSA considerados prata da casa

27 de Agosto de 2018

CSA segue forte em busca de vaga na elite do futebol

Esporte Espetacular mostra para todo Brasil características e curiosidades do Azulão do Mutange, xodó da Segundona

A manhã do último domingo (26/08) foi diferente para os azulinos. Isso porque, além de terem visto o CSA atropelar o Criciúma por 3 a 0, no jogo de sábado (25), assistiram uma matéria especial, no programa Esporte Espetacular, da Rede Globo, sobre a campanha brilhante que o Azulão vem fazendo no Campeonato Brasileiro da Série B.

Conduzida pelo repórter Régis Rösing, a reportagem abordou alguns pontos pertinentes sobre a ascensão que o time marujo vem fazendo nos últimos anos. Como desde o fim de 2015, quando "não tinha calendário", até os dias de hoje, com dois acessos consecutivos, títulos da Série C e Alagoano, e na vice-liderança da Segundona.

O ex-atacante Jacozinho foi um dos destaques da reportagem. O ídolo azulino não seria esquecido de maneira alguma por Rösing. A figura mais emblemática e folclórica do Azulão do Mutange comentou como foi trabalhar nos anos 80 com Luiz Felipe Scolari, atualmente no técnico do Palmeiras. "Quando ele chegou aqui eu já estava. Tivemos uma desavença porque quando ele chegou foi querendo mandar, mas quem fazia o gol era eu", falou o ex-atacante.

Além de ter mostrado toda estrutura que o time marujo dispõe no Centro de Treinamento Gustavo Paiva, no Mutange, a reportagem enalteceu que a equipe, comandada pelo técnico Marcelo Cabo, mescla jogadores experientes, mas desconhecidos nacionalmente: Didira, Daniel Costa e Rafinha. Bem como alguns medalhões multicampeões por clubes gigantes do Brasil: Walter, Juan, Neto Berola, Jhon Cley e Wellington Silva. "É um clube muito humano. Uma relação primeiramente humana e depois profissional. Eu tenho aprendido muito aqui no CSA também", falou o lateral esquerdo Juan, ex-Flamengo.

Torcedores de outras equipes torcem pelo acesso do CSA à Série A

Com 40 pontos, o CSA ainda busca, matematicamente, a permanência na Série B, que pode ser alcançado nas próximas rodadas, já que, em média, 45 pontos livra uma equipe do rebaixamento. Com ainda 15 rodadas pela frente e outros 45 pontos em disputa, a permanência da equipe maruja é considerada realidade.

O passo seguinte é chegar à Série A do Brasileiro, patamar que um time alagoano não consegue estar há 31 anos. Feitos absurdos e extraordinários do CSA o fazem receber muitos elogios da crítica esportiva e de torcedores anônimos de outros clubes que se manifestam nas redes sociais a cada rodada que o time azul e branco se mantém no G4 da competição.

Maurício Manoel | Portal Gazetaweb.com

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Fabiano
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