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TV Pajuçara/Henrique Pereira
Adriano Argolo teve um aparelho de celular apreendido

21 de Março de 2019

PF apreende celular na casa de Adriano Argolo

Advogado é alvo de operação contra fake news e diz que foi vítima de 'montagens toscas'

O advogado Adriano Argolo, alvo de um mandado de busca e apreensão da Polícia Federal, na manhã desta quinta (21), em um inquérito que investiga propagação de fake news e ameaças contra integrantes do Supremo Tribunal Federal, disse que foi vítima de “montagens toscas”. A operação ocorreu na casa dele, em Guaxuma, Litoral Norte de Maceió.

Em entrevista ao programa Balanço Geral, da TV Pajuçara, o avogado, que já integrou o Movimento de Combate à Corrupção Eleitoral em Alagoas, disse que viu as mensagens que levaram ao cumprimento do mandado e, segundo ele, são postagens que ele não fez no Twitter.

“Uma montagem grosseira. Eu tenho perfil no Twitter e faço críticas contundentes ao ‘status quo’ do Brasil atualmente. Sou crítico da operação Lava Jato, sou contra inclusive a CPI da Lava Toga [para investigar o STF], e hoje fui surpreendido por esse mandado”, afirmou.

Argolo disse que a Polícia Federal chegou à casa dele por volta das 6h. Policiais teriam tentado pular o muro, mas sem sucesso, até que ele teria aberto a porta. Foi levado da casa um aparelho de celular. “Não tenho armas, não tenho drogas, não tenho documentos comprometedores. O delegado me mostrou posts meus no Twitter que eu não escrevi”, declarou.

O advogado afirmou ainda que é filiado ao PT e é de esquerda. “Tenho orgulho desse mandado porque é o numero 1 dessa investigação”, disse na entrevista.

TNH1 com TV Pajuçara

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Fabiano
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